Prefeitos(as) decidem prorrogar por mais sete dias medidas restritivas de combate ao COVID-19 e se posicionam em relação à suspensão das atividades da agroindústria em Ipumirim

Publicado em 18/05/2020 às 17:35 - Atualizado em 18/05/2020 às 17:39

Em reunião virtual na tarde desta segunda-feira (18), prefeitos(as) da região da Amauc decidiram prorrogar por mais sete dias as medidas restritivas anunciadas por cada município na ultima terça-feira(12), que visam conter o avanço do novo coronavírus.

“A decisão foi tomada levando em consideração que os estabelecimentos comerciais, supermercados e instituições bancárias, bem como a população em geral responderam positivamente às medidas de restrições postas em vigor por sete dias”, pondera o presidente da associação prefeito de Ipira, Emerson Reichert.  Também embasou a decisão a ocupação hospitalar que está administrável e que a taxa de recuperados tem aumentado, diminuindo assim o número de casos ativos em nossos municípios.

Os prefeitos registraram preocupação em relação a suspensão das atividades da agroindústria de Ipumirim.  De acordo com nota da empresa, a unidade de Ipumirim adota medidas rígidas de prevenção contra o COVID -19, a exemplo das demais indústrias do Grupo, que seguem as orientações dos órgãos de saúde e do Hospital Albert Einstein, além de especialistas médicos contratados pela empresa para apoiar na implantação de um protocolo robusto e necessário para a proteção dos seus colaboradores.

A Unidade de Ipumirim emprega mais de 1400 pessoas e processa diariamente 135 mil aves. Com a suspensão dessa operação, é inevitável que a cadeia de produção, incluindo os 240 produtores rurais da região, também tenha que suspender suas atividades, o que poderá trazer graves consequências no âmbito social, econômico, sanitário e de abastecimento à população. A interrupção das atividades na cidade promove um clima de instabilidade perante todos os colaboradores e comunidade que, de forma direta e indireta, se relaciona e depende do funcionamento da unidade.

A AMAUC espera que essa situação seja resolvida o mais breve possível, uma vez que se trata de uma agroindústria que adota padrões mundiais de sanidade, produzindo alimento para famílias do mundo inteiro e conta com uma equipe de colaboradores, integrados e terceirizados comprometidos com o bem-estar de toda a comunidade.